Zema - Jornal Povo Promissor https://jornalpovopromissor.com.br Da Região Norte para o Brasil. Sat, 12 Sep 2026 13:41:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://jornalpovopromissor.com.br/wp-content/uploads/2026/01/cropped-LOGO-POVO-PROMISSOR-e1768762684637-32x32.png Zema - Jornal Povo Promissor https://jornalpovopromissor.com.br 32 32 231202636 Zema promete “saúde digital”, parcerias com setor privado e redução de filas no SUS https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/14/zema-promete-saude-digital-parcerias-com-setor-privado-e-reducao-de-filas-no-sus/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/14/zema-promete-saude-digital-parcerias-com-setor-privado-e-reducao-de-filas-no-sus/#respond Mon, 14 Sep 2026 17:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2577 O plano de governo de Romeu Zema, do Novo, para a área da saúde aponta a má gestão, a falta de integração entre União, estados e municípios e o uso insuficiente de tecnologia como alguns dos principais gargalos do sistema público brasileiro. A proposta parte do diagnóstico de que três em cada quatro brasileiros dependem

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O plano de governo de Romeu Zema, do Novo, para a área da saúde aponta a má gestão, a falta de integração entre União, estados e municípios e o uso insuficiente de tecnologia como alguns dos principais gargalos do sistema público brasileiro. A proposta parte do diagnóstico de que três em cada quatro brasileiros dependem exclusivamente do SUS e enfrentam filas para consultas, exames e cirurgias.

Segundo o documento, o orçamento da saúde já supera R$ 230 bilhões por ano, mas parte dos recursos seria mal aplicada. A campanha defende uma reorganização do sistema com foco em prevenção, digitalização, integração de dados, ampliação da atenção primária e maior participação do setor privado para reduzir a espera por atendimento.

Saúde digital como prioridade

Um dos eixos centrais do plano é transformar a saúde brasileira em uma rede digital integrada. A proposta prevê ampliar a telemedicina, especialmente em regiões remotas e áreas com falta de especialistas, além de melhorar a conectividade das unidades públicas de saúde.

O plano também defende a criação de um registro nacional de saúde, reunindo o histórico clínico dos pacientes em um prontuário eletrônico unificado. A ideia é que o cidadão tenha controle sobre seus dados e autorize o acesso por profissionais e unidades de saúde, tanto da rede pública quanto privada.

Entre as principais medidas anunciadas estão:

  • expansão da telemedicina;
  • criação de prontuário eletrônico nacional;
  • integração de dados entre SUS e rede privada;
  • internet de qualidade em todas as unidades públicas de saúde;
  • uso de inteligência artificial para melhorar a gestão de filas e encaminhamentos.

Prevenção antes do tratamento

Outro ponto de destaque é o fortalecimento da atenção primária, especialmente por meio da Estratégia de Saúde da Família. O documento afirma que 72 milhões de brasileiros ainda não são alcançados por esse tipo de acompanhamento e que uma atuação mais preventiva poderia evitar milhões de internações por ano.

A proposta inclui ampliar a vacinação, garantir acompanhamento de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, e assegurar pré-natal completo para gestantes em todo o país. Também há menção a políticas específicas para saúde indígena, idosos, saúde mental e promoção de hábitos saudáveis.

O plano defende que prevenir doenças reduz custos futuros para o sistema público e melhora a qualidade de vida da população.

Filas, hospitais e atendimento humanizado

Para enfrentar a demora no atendimento, Zema propõe uma rede de saúde mais regionalizada, com melhor integração entre urgências, clínicas especializadas e hospitais de diferentes municípios. A gestão das filas poderia contar com ferramentas de inteligência artificial para direcionar pacientes ao serviço mais adequado.

O documento também prevê ampliar vagas de residência médica para formar especialistas em regiões carentes e fortalecer cuidados paliativos, garantindo atendimento humanizado a pacientes em fim de vida.

Mais participação do setor privado

Um dos pontos mais marcantes do plano é a defesa de parcerias com clínicas e hospitais privados para desafogar o SUS. A proposta inclui usar a capacidade ociosa da rede privada para realizar consultas, exames e cirurgias, com metas de atendimento e qualidade.

O plano também defende concessões, parcerias público-privadas e atuação de organizações sociais na construção e gestão de hospitais, UPAs e serviços especializados. Na área de inovação, a campanha propõe aproximar empresas, startups e universidades para desenvolver soluções em saúde e reduzir a dependência externa de insumos e equipamentos.

Há ainda uma proposta específica para ampliar o atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista, com credenciamento de clínicas e profissionais especializados financiados com recursos públicos.

Planos de saúde e judicialização

Na saúde suplementar, o plano de Zema propõe modernizar a regulação dos planos de saúde para ampliar opções aos consumidores. A ideia é permitir modelos com diferentes coberturas, segmentação de serviços e mecanismos de compartilhamento de custos.

O documento também defende reduzir o impacto da judicialização na saúde, com critérios técnicos mais claros para decisões judiciais e uso de protocolos clínicos obrigatórios. Para a campanha, isso aumentaria a segurança jurídica e reduziria interferências nas políticas públicas e na regulação do setor.

Em resumo, o programa de Zema para a saúde aposta em três frentes principais: tecnologia, prevenção e maior integração com o setor privado. A promessa é reduzir filas, melhorar a gestão dos recursos e fazer o atendimento chegar mais rápido ao cidadão.

 

Edição: Jornal Povo Promissor

(Confiança e credibilidade)

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Zema apresenta plano de segurança com foco em endurecimento penal, combate a facções e fim do “prende e solta” https://jornalpovopromissor.com.br/2026/08/26/zema-apresenta-plano-de-seguranca-com-foco-em-endurecimento-penal-combate-a-faccoes-e-fim-do-prende-e-solta/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/08/26/zema-apresenta-plano-de-seguranca-com-foco-em-endurecimento-penal-combate-a-faccoes-e-fim-do-prende-e-solta/#respond Wed, 26 Aug 2026 04:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2366 Plano de governo do candidato à Presidência propõe classificar facções como organizações terroristas, ampliar prisões preventivas, reduzir a maioridade penal e dar mais autonomia aos estados na área de segurança pública. A segurança pública aparece como eixo central no plano apresentado por Romeu Zema para a Presidência da República. O documento afirma que o Brasil

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Plano de governo do candidato à Presidência propõe classificar facções como organizações terroristas, ampliar prisões preventivas, reduzir a maioridade penal e dar mais autonomia aos estados na área de segurança pública.

A segurança pública aparece como eixo central no plano apresentado por Romeu Zema para a Presidência da República. O documento afirma que o Brasil vive uma crise marcada pelo avanço do crime organizado, altos índices de homicídios e pela sensação de impunidade provocada pelo chamado sistema de “prende e solta”.

Segundo o texto, quatro em cada dez criminosos presos seriam liberados em menos de 24 horas após audiência de custódia. O plano também cita que o país ultrapassou a marca de um milhão de homicídios em 20 anos e que cerca de 90 facções criminosas atuam em território nacional.

Combate direto às facções

Uma das principais propostas é classificar facções criminosas como organizações terroristas, tanto no âmbito nacional quanto internacional. A medida, segundo o plano, permitiria penas mais duras, impediria progressão de regime e abriria caminho para maior cooperação internacional no combate ao crime organizado.

O documento também defende o uso integrado das Forças Armadas, Força Nacional, Polícia Federal e polícias estaduais para retomar áreas dominadas por facções criminosas.

Presídios de segurança máxima e bloqueio financeiro

Zema propõe a construção de presídios de segurança máxima em regiões remotas e isoladas, voltados ao confinamento de integrantes de facções. A ideia é impedir que criminosos continuem comandando atividades ilegais mesmo de dentro do sistema prisional.

Outro ponto do plano é “secar” as fontes de financiamento do crime organizado, com ações contra lavagem de dinheiro, contrabando, garimpo ilegal, desmatamento ilegal e receptação de produtos roubados.

Principais medidas propostas

  • Classificar facções criminosas como organizações terroristas;
  • Usar Forças Armadas em operações integradas com polícias;
  • Construir presídios de segurança máxima para faccionados;
  • Ampliar a prisão preventiva para criminosos presos pela terceira vez;
  • Reduzir a maioridade penal para 16 anos ou menos em casos graves;
  • Reformar o Código Penal com penas mais duras para crimes violentos;
  • Substituir o modelo atual de progressão de regime por prisão efetiva seguida de liberdade condicional monitorada;
  • Dar mais autonomia aos estados para criar crimes e endurecer penas;
  • Fortalecer delegacias da mulher, Patrulhas Maria da Penha e Salas Lilás.

Fim do “prende e solta”

O plano propõe que criminosos presos em flagrante pela terceira vez tenham a prisão convertida obrigatoriamente em preventiva, impedindo a soltura durante a audiência de custódia. A medida é apresentada como uma forma de combater a reincidência criminal e aumentar a sensação de segurança.

Maioridade penal e endurecimento das penas

Outra proposta de impacto é a redução da maioridade penal para 16 anos. O texto também abre a possibilidade de responsabilização criminal de adolescentes ainda mais jovens em casos excepcionais, como homicídio, estupro ou reincidência em crimes graves.

Na área penal, o plano defende uma reforma do Código Penal para tornar as punições mais rígidas em crimes como homicídio, latrocínio, pedofilia e estupro, além de crimes patrimoniais considerados graves.

 

Mais poder para os estados

O documento também defende que os estados tenham autonomia para criar crimes e estabelecer penas mais duras do que as previstas na legislação federal. A proposta busca permitir que cada unidade da federação adapte sua política criminal à realidade local.

Além disso, o plano promete dar respaldo legal, equipamentos e tecnologia às forças policiais, com integração de dados entre polícias estaduais e federais em tempo real.

Violência contra a mulher

Na área de proteção à mulher, o plano prevê a ampliação de delegacias especializadas com atendimento 24 horas e equipes capacitadas em violência de gênero. Também propõe fortalecer a integração entre Saúde, Segurança Pública e delegacias.

Entre as medidas estão a expansão das Patrulhas Maria da Penha, voltadas ao acompanhamento de medidas protetivas, e das Salas Lilás, espaços de acolhimento a vítimas de violência dentro de unidades policiais.

As propostas apresentadas dependem, em grande parte, de mudanças na legislação e de aprovação pelo Congresso Nacional. Algumas medidas, como redução da maioridade penal e ampliação da autonomia dos estados em matéria criminal, podem exigir alterações constitucionais.

Edição: Jornal Povo Promissor

(Confiança e credibilidade)

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