Candidatos e Partidos Políticos - Jornal Povo Promissor https://jornalpovopromissor.com.br Da Região Norte para o Brasil. Sun, 20 Sep 2026 17:59:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://jornalpovopromissor.com.br/wp-content/uploads/2026/01/cropped-LOGO-POVO-PROMISSOR-e1768762684637-32x32.png Candidatos e Partidos Políticos - Jornal Povo Promissor https://jornalpovopromissor.com.br 32 32 231202636 Caiado apresenta plano presidencial com foco em segurança, responsabilidade fiscal e desenvolvimento nacional https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/26/caiado-apresenta-plano-presidencial-com-foco-em-seguranca-responsabilidade-fiscal-e-desenvolvimento-nacional/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/26/caiado-apresenta-plano-presidencial-com-foco-em-seguranca-responsabilidade-fiscal-e-desenvolvimento-nacional/#respond Sat, 26 Sep 2026 17:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2619 O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, apresentou uma carta de compromisso como parte do Plano de Governo 2027–2030, elaborado em conjunto com o candidato a vice-presidente, Gilberto Kassab. O documento defende uma gestão baseada em experiência administrativa, controle dos recursos públicos, metas de desempenho e integração entre União, estados e municípios. Na carta,

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O candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, apresentou uma carta de compromisso como parte do Plano de Governo 2027–2030, elaborado em conjunto com o candidato a vice-presidente, Gilberto Kassab. O documento defende uma gestão baseada em experiência administrativa, controle dos recursos públicos, metas de desempenho e integração entre União, estados e municípios.

Na carta, Caiado afirma que pretende governar para todos, sem subordinar o Palácio do Planalto a partidos, grupos econômicos ou correntes ideológicas. O candidato também propõe reduzir a polarização política e concentrar o governo em temas como segurança, trabalho, educação, saúde, respeito ao dinheiro público e geração de oportunidades.

Segurança como prioridade nacional

A segurança pública é apresentada como uma responsabilidade direta da Presidência da República. O plano prevê maior participação do governo federal no combate ao crime organizado, com integração entre as forças de segurança e os governos estaduais e municipais.

Entre as medidas defendidas estão:

  • Integração nacional dos sistemas de inteligência;
  • Reforço da proteção das fronteiras;
  • Combate ao financiamento das organizações criminosas;
  • Modernização das investigações;
  • Retomada do controle dos presídios;
  • Garantia de proteção às mulheres vítimas de violência.

Controle das contas e gestão por resultados

A responsabilidade fiscal é definida como condição para a manutenção de políticas sociais e para a retomada dos investimentos. O plano promete revisar despesas, combater desperdícios, avaliar subsídios e privilégios sem resultados e aumentar a eficiência da máquina pública.

A proposta também prevê um Estado mais digital e profissional, com dirigentes escolhidos por competência e integridade. Programas considerados prioritários deverão contar com metas públicas, cronograma, orçamento, indicadores e prestação de contas.

Educação, saúde e proteção social

Na educação, o plano estabelece como prioridade a alfabetização na idade adequada, o acompanhamento individual da aprendizagem e a criação de caminhos entre o ensino médio, a formação técnica, a universidade e o mercado de trabalho.

Para a saúde, a proposta mantém os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), mas defende mudanças na capacidade de atendimento, com foco em prevenção, atendimento próximo da população, prontuário integrado, transparência nas filas e remuneração dos hospitais conforme a qualidade dos serviços.

A área social deverá combinar transferência de renda com medidas de emancipação, como qualificação profissional, cuidado infantil, habitação, saúde e inclusão produtiva. O documento também prevê políticas específicas para grupos em situação de vulnerabilidade, incluindo crianças, adolescentes, mulheres, pessoas negras, idosos, pessoas com deficiência, povos indígenas e comunidades quilombolas.

Desenvolvimento econômico e meio ambiente

O plano propõe uma estratégia nacional para ampliar a produção, a industrialização e a inovação. Caiado defende a articulação entre agronegócio, indústria, mineração, energia, infraestrutura e ciência, com a iniciativa privada como principal motor da economia.

O Estado, segundo a carta, deverá garantir segurança jurídica, infraestrutura, qualificação profissional, concorrência e regulação adequada para estimular investimentos de longo prazo.

Na área ambiental, o documento promete combater o desmatamento ilegal, a grilagem e a mineração irregular. Ao mesmo tempo, propõe incentivar atividades econômicas sustentáveis, como:

  • Bioeconomia;
  • Pagamento por serviços ambientais;
  • Mercado de carbono;
  • Agricultura de baixo carbono;
  • Restauração de bacias hidrográficas;
  • Transição para fontes de energia limpa.

Política externa voltada à economia

A política externa deverá priorizar a abertura de mercados, a atração de investimentos, a proteção de brasileiros no exterior e o fortalecimento da integração regional. O plano também prevê o uso estratégico dos alimentos, da energia limpa, da biodiversidade e dos minerais do país para gerar tecnologia, empregos qualificados e maior valor agregado.

A carta afirma que as propostas serão transformadas em projetos de lei, atos administrativos, pactos entre os entes federativos e metas do Plano Plurianual. As medidas sob responsabilidade direta do Executivo, segundo o documento, começariam a ser implantadas desde o primeiro dia de governo, enquanto as ações dependentes do Congresso seriam encaminhadas com estimativas de impacto e disposição para o diálogo.

 

Edição: Jornal Povo Promissor

(Confiança e credibilidade)

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Renan Santos propõe “SUS Fila Zero” com triagem por risco, prontuário nacional e saúde digital https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/18/renan-santos-propoe-sus-fila-zero-com-triagem-por-risco-prontuario-nacional-e-saude-digital/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/18/renan-santos-propoe-sus-fila-zero-com-triagem-por-risco-prontuario-nacional-e-saude-digital/#respond Fri, 18 Sep 2026 17:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2581 O plano de governo de Renan Santos, do Missão, para a área da saúde tem como principal promessa enfrentar um dos maiores gargalos do Sistema Único de Saúde: as longas filas de espera por consultas, exames e procedimentos. A proposta, chamada de “SUS Fila Zero”, aposta em tecnologia, reorganização da rede pública e critérios objetivos de

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O plano de governo de Renan Santos, do Missão, para a área da saúde tem como principal promessa enfrentar um dos maiores gargalos do Sistema Único de Saúde: as longas filas de espera por consultas, exames e procedimentos. A proposta, chamada de “SUS Fila Zero”, aposta em tecnologia, reorganização da rede pública e critérios objetivos de prioridade para ampliar o acesso da população ao atendimento.

Segundo o diagnóstico apresentado no documento, cerca de 75% dos brasileiros não têm plano de saúde privado, embora praticamente toda a população utilize o SUS em algum momento, seja em vacinação, vigilância sanitária, transplantes ou atendimentos de alta complexidade. O texto aponta que, apesar da universalidade prevista na Constituição, muitos pacientes ainda enfrentam meses de espera por atendimento.

Fila por risco, não apenas por ordem de chegada

A principal mudança proposta é a criação da ENER — Escala Nacional de Estratificação de Risco. O objetivo é substituir a lógica puramente cronológica das filas por um sistema de “fila viva”, no qual a prioridade de atendimento seria definida de acordo com a condição real do paciente.

Entre os critérios previstos estão:

  • Gravidade clínica atual;
  • Risco de piora em curto e médio prazo;
  • Impacto na capacidade de trabalho e autonomia do paciente;
  • Vulnerabilidade social;
  • Tempo acumulado de espera.

Na prática, o plano busca garantir que casos mais graves ou com maior risco de evolução negativa sejam atendidos com maior rapidez, sem ignorar o tempo de espera já acumulado.

Saúde digital e integração de dados

Outra aposta central do programa é a criação de um sistema digital de saúde inspirado no modelo DoctorSV, de El Salvador. A proposta prevê a integração entre telemedicina, diagnósticos com apoio de inteligência artificial, laboratórios, farmácias, centros de imagem e histórico clínico do paciente.

O plano também prevê a criação do PRONTO — Prontuário Eletrônico Nacional Interoperável, que reuniria informações de pacientes atendidos na atenção primária, hospitais públicos e privados, serviços especializados, laboratórios e farmácias.

A ideia é que o histórico de saúde do cidadão esteja disponível de forma segura e integrada, reduzindo repetição de exames, falhas de comunicação e desperdício de recursos.

O documento ainda propõe integrar o Programa Genomas Brasil ao prontuário eletrônico do SUS, com a ambição de transformar o país em referência global em genômica aplicada a populações miscigenadas.

Centros regionais e mais eficiência no atendimento

Para enfrentar a sobrecarga de hospitais e centros de alta complexidade, o plano defende a adoção do modelo Hub-and-Spoke. Nesse formato, municípios e unidades básicas funcionariam de forma articulada com centros regionais de referência.

A proposta busca evitar que hospitais especializados sejam usados para demandas simples, que poderiam ser resolvidas na atenção primária. A meta apresentada é alcançar 80% de resolução dos casos na atenção primária, reduzindo encaminhamentos desnecessários e desafogando a rede.

Fundo com repasse por desempenho

O plano também prevê a criação do FNMA — Fundo Nacional de Modernização do Acesso, com repasses aos municípios condicionados ao desempenho. A medida pretende estimular melhores resultados na gestão da saúde pública, especialmente no combate às filas e na ampliação do atendimento.

Além disso, o programa menciona um plano de isenções fiscais para atividades esportivas, como forma de incentivar a prevenção e o cuidado com a saúde física.

Em linhas gerais, o “SUS Fila Zero” apresentado por Renan Santos combina reorganização das filas, digitalização do sistema, integração de dados e metas de eficiência. O desafio, caso a proposta avance, será transformar um plano ambicioso em execução concreta dentro da complexa estrutura do SUS brasileiro.

 

Edição: Jornal Povo Promissor

(Confiança e credibilidade)

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Caiado propõe esporte como política de saúde, educação e inclusão, com foco da base ao alto rendimento https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/17/caiado-propoe-esporte-como-politica-de-saude-educacao-e-inclusao-com-foco-da-base-ao-alto-rendimento/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/17/caiado-propoe-esporte-como-politica-de-saude-educacao-e-inclusao-com-foco-da-base-ao-alto-rendimento/#respond Thu, 17 Sep 2026 17:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2580 O plano de governo de Ronaldo Caiado para a área do esporte, previsto para o período de 2027 a 2030, apresenta a prática esportiva como um direito social e uma ferramenta estratégica para melhorar a saúde, fortalecer a educação, ampliar a inclusão e desenvolver atletas de alto rendimento no Brasil. A proposta defende a criação

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O plano de governo de Ronaldo Caiado para a área do esporte, previsto para o período de 2027 a 2030, apresenta a prática esportiva como um direito social e uma ferramenta estratégica para melhorar a saúde, fortalecer a educação, ampliar a inclusão e desenvolver atletas de alto rendimento no Brasil.

A proposta defende a criação de um sistema nacional mais organizado, com divisão de responsabilidades entre União, estados e municípios, financiamento estável, dados públicos, segurança, integridade e oportunidades para crianças, jovens, mulheres, idosos e pessoas com deficiência.

Esporte na escola e na comunidade

Um dos principais eixos do plano é ampliar a prática esportiva nas escolas e nos territórios. A ideia é garantir educação física de qualidade, jogos escolares, iniciação multiesportiva e atividades no contraturno, especialmente em escolas de tempo integral.

O projeto também prevê a recuperação de quadras, campos, piscinas, pistas e centros esportivos, com manutenção, acessibilidade e uso compartilhado pela comunidade. Equipamentos escolares poderão ser abertos à população, desde que haja segurança e gestão adequada.

Diagnóstico aponta desigualdade e falta de continuidade

O documento reconhece que, apesar de o esporte ser um direito previsto na Constituição, a política esportiva brasileira ainda é fragmentada. Entre os problemas apontados estão a falta de dados, programas descontínuos, financiamento instável e desigualdade no acesso conforme renda, território, gênero, idade e condição física.

O plano também destaca que muitos talentos se perdem no caminho entre a iniciação esportiva e o alto rendimento por falta de apoio, estrutura, bolsas, transporte, equipamentos e integração com escolas, universidades e clubes.

Principais propostas do plano

Entre as medidas apresentadas por Caiado para o setor esportivo estão:

  • Aprovação de um Plano Nacional do Esporte 2035, com metas de longo prazo;
  • Implantação de sistemas nacionais de informações e indicadores esportivos;
  • Recuperação de equipamentos esportivos públicos;
  • Ampliação de programas gratuitos em áreas vulneráveis;
  • Integração entre esporte, SUS, escolas e assistência social;
  • Fortalecimento do paradesporto e da acessibilidade;
  • Incentivo à participação de mulheres e meninas no esporte;
  • Aperfeiçoamento do Bolsa-Atleta e apoio a viagens, equipamentos e competições;
  • Formação e certificação de treinadores, árbitros e gestores;
  • Combate ao assédio, abuso, dopagem, manipulação de resultados e violência no esporte.

Saúde, inclusão e proteção de crianças

O plano propõe o programa “Brasil Ativo”, voltado à prevenção de doenças e ao estímulo da atividade física em todas as idades. A proposta inclui academias ao ar livre, grupos de caminhada, ciclismo, atividades para idosos e ações de enfrentamento à obesidade e doenças crônicas.

Outro ponto central é a proteção de crianças e adolescentes. Organizações que receberem recursos públicos deverão adotar protocolos contra abuso, violência sexual e assédio, além de canais de denúncia e fiscalização.

Alto rendimento e legado esportivo

Na área do alto rendimento, o plano prevê planejamento por ciclos olímpicos e paralímpicos, metas técnicas, apoio a confederações e centros de treinamento, além de maior integração entre base, clubes, escolas, universidades e federações.

O documento também defende que grandes eventos esportivos tenham análise de custo-benefício, financiamento transparente e plano de legado, evitando obras caras e estruturas abandonadas após as competições.

A economia do esporte também aparece como prioridade, com incentivo a setores como tecnologia, vestuário, equipamentos, turismo esportivo, mídia, games e inovação.

Futebol, governança e segurança

O futebol recebe atenção específica no plano. As propostas incluem proteção das categorias de base, fortalecimento do futebol feminino, profissionalização da gestão de clubes e SAFs, transparência financeira, combate ao racismo e à violência de torcidas, além da modernização dos estádios.

O plano também prevê fiscalização mais rigorosa para organizações esportivas que utilizam recursos públicos, com exigência de contas auditadas, prevenção de conflitos de interesse e transparência sobre beneficiários.

Compromisso anunciado

Segundo o documento, o compromisso é garantir esporte seguro e acessível “da escola à comunidade, da inclusão ao pódio”. A proposta busca formar cidadãos, proteger crianças, promover saúde e criar melhores condições para que talentos brasileiros cheguem ao alto rendimento.

 

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Lula propõe ampliar SUS com mais médicos, Farmácia Popular gratuito, fila digital e investimento em hospitais https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/16/lula-propoe-ampliar-sus-com-mais-medicos-farmacia-popular-gratuito-fila-digital-e-investimento-em-hospitais/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/16/lula-propoe-ampliar-sus-com-mais-medicos-farmacia-popular-gratuito-fila-digital-e-investimento-em-hospitais/#respond Wed, 16 Sep 2026 17:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2579 O plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a saúde apresenta como eixo central o fortalecimento do SUS, com foco em equidade, inovação tecnológica, ampliação do atendimento e soberania na produção nacional de insumos e medicamentos. A proposta destaca a atenção básica como base do sistema público de saúde e promete

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O plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a saúde apresenta como eixo central o fortalecimento do SUS, com foco em equidade, inovação tecnológica, ampliação do atendimento e soberania na produção nacional de insumos e medicamentos.

A proposta destaca a atenção básica como base do sistema público de saúde e promete continuidade aos investimentos em Unidades Básicas de Saúde, equipes de Saúde da Família, saúde bucal, vacinação, assistência farmacêutica e redução das filas para consultas, exames e cirurgias especializadas.

Atenção básica e atendimento mais perto da população

Segundo o programa, o governo pretende ampliar e qualificar os serviços da atenção primária, com apoio à construção de 2.734 UBS pelo Novo PAC e distribuição de equipamentos para modernizar o atendimento. Também está prevista a continuidade da renovação da frota do SAMU, com ambulâncias destinadas a estados e municípios.

Outro ponto de destaque é o fortalecimento das equipes de Saúde da Família e das equipes multiprofissionais, especialmente em regiões de maior vulnerabilidade social. A proposta também prevê o uso ampliado de teleconsultas, teleorientação e teleacolhimento.

Prontuário digital, inteligência artificial e fila única

O plano aposta na integração dos dados de saúde por meio do prontuário único do cidadão, com avanço da Rede Nacional de Dados em Saúde. A ideia é permitir que pacientes acessem pelo celular marcação de consultas, resultados de exames e informações do atendimento.

Entre as medidas anunciadas estão:

  • Ampliação da telessaúde na rede básica;
  • Uso de inteligência artificial para triagem e priorização de casos graves;
  • Fila única digital organizada por risco clínico;
  • Integração entre atenção básica, vigilância em saúde, assistência farmacêutica e atenção especializada;
  • Mais transparência nas filas do SUS.

Mais Médicos e Brasil Sorridente

O Programa Mais Médicos deve ser mantido e fortalecido, com foco na fixação de profissionais em municípios e áreas vulneráveis. A proposta também valoriza a formação de especialistas em medicina de família e comunidade.

Na saúde bucal, o plano afirma que o Brasil Sorridente conta atualmente com quase 35 mil equipes em mais de 5 mil municípios. A meta é ampliar centros de especialidades odontológicas e Unidades Odontológicas Móveis, com apoio aos municípios para universalizar o atendimento odontológico.

O programa também promete manter o Farmácia Popular com gratuidade total. De acordo com o texto, o número de medicamentos gratuitos foi ampliado para 41, além da continuidade da distribuição de fraldas geriátricas.

Uma novidade prevista é a inclusão de exames laboratoriais e de diagnóstico para monitoramento de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes. O plano também fala em ampliar os pontos de retirada, principalmente nas periferias e em locais sem farmácias conveniadas.

Vacinação e combate ao negacionismo

O documento destaca a recuperação das coberturas vacinais como uma prioridade. A vacinação nas escolas aparece como estratégia central para ampliar a proteção de crianças e adolescentes, com atenção especial à prevenção do HPV.

Também estão previstas ações para fortalecer a vacinação contra dengue, Vírus Sincicial Respiratório e a incorporação de novas vacinas ao calendário do SUS.

Redução de filas e mais especialistas

Na atenção especializada, o programa cita o “Agora Tem Especialistas” como instrumento para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias. A proposta inclui expansão do terceiro turno nos serviços de saúde, mutirões, Carretas da Saúde e parcerias com hospitais privados para ampliar atendimentos pelo SUS.

O plano também prevê investimentos em equipamentos modernos, como tomógrafos, aparelhos de ressonância magnética, radioterapia, PET-CT, salas cirúrgicas, telecirurgia e cirurgia robótica.

Câncer, saúde da mulher e maternidade segura

O programa afirma que pretende consolidar uma grande rede pública de cuidado ao câncer, com prevenção, diagnóstico rápido e tratamento moderno. Entre as medidas estão a ampliação de centros especializados, radioterapia e telediagnóstico para regiões remotas.

Na saúde da mulher, o plano promete ampliar exames, tratamentos e diagnóstico precoce dos cânceres de mama e colo do útero. Também prevê reforço ao planejamento reprodutivo, distribuição de contraceptivos modernos, fortalecimento do Programa Dignidade Menstrual e redução da mortalidade materna, com atenção especial às mulheres negras e às gestantes de áreas rurais, da floresta e das águas.

Saúde mental e neurodivergências

A proposta inclui expansão dos Centros de Atenção Psicossocial, os CAPS, com foco em crianças, adolescentes e jovens. Também estão previstas ações para diagnóstico e acompanhamento de pessoas com TEA e outras neurodivergências, além de cuidado psicossocial para mulheres em situação de violência e pessoas afetadas por problemas relacionados a jogos de apostas.

Indústria nacional e soberania na saúde

O plano defende o fortalecimento do Complexo Econômico e Industrial da Saúde, com incentivo à produção nacional de medicamentos, vacinas, insumos e tecnologias. O texto cita parcerias para desenvolvimento produtivo, a retomada da produção nacional de insulina e a conclusão da fábrica da Hemobrás.

A proposta também prevê investimentos em pesquisa, inovação, produção de insumos farmacêuticos a partir da biodiversidade brasileira e estudos genômicos ligados a doenças infecciosas e crônicas.

Em síntese, o plano de Lula para a saúde aposta na ampliação do SUS, no uso de tecnologia, na redução das filas, no fortalecimento da vacinação e na produção nacional de insumos como caminhos para tornar o atendimento público mais rápido, integrado e acessível à população.

 

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Augusto Cury propõe transformar o SUS na maior rede pública de telemedicina do mundo https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/15/augusto-cury-propoe-transformar-o-sus-na-maior-rede-publica-de-telemedicina-do-mundo/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/15/augusto-cury-propoe-transformar-o-sus-na-maior-rede-publica-de-telemedicina-do-mundo/#respond Tue, 15 Sep 2026 17:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2578 O candidato à Presidência da República, Augusto Cury, apresentou em seu plano de governo o Projeto 13 – Tele Saúde Brasil, uma proposta que pretende usar telemedicina, inteligência artificial e plataformas digitais para ampliar o acesso da população ao atendimento médico e reduzir as filas do SUS. A iniciativa tem como principal promessa transformar o Brasil

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O candidato à Presidência da República, Augusto Cury, apresentou em seu plano de governo o Projeto 13 – Tele Saúde Brasil, uma proposta que pretende usar telemedicina, inteligência artificial e plataformas digitais para ampliar o acesso da população ao atendimento médico e reduzir as filas do SUS.

A iniciativa tem como principal promessa transformar o Brasil na maior plataforma pública de medicina digital do mundo, conectando médicos e pacientes em uma rede nacional integrada. O objetivo é permitir consultas rápidas, especialmente para casos que possam ser resolvidos de forma remota, sem a necessidade de deslocamentos longos ou espera prolongada.

Atendimento digital em até 30 minutos

Um dos pontos centrais do projeto é a criação de uma meta nacional de atendimento digital em até 30 minutos para casos compatíveis com a telemedicina. A proposta prevê uma plataforma única, capaz de integrar profissionais de saúde de diferentes estados.

Na prática, se houver um médico disponível em uma região do país, ele poderá atender um paciente localizado em outro estado, diminuindo as barreiras geográficas que hoje dificultam o acesso à saúde, principalmente em áreas rurais e municípios pequenos.

Prioridade para os mais vulneráveis

O plano afirma que a telemedicina será voltada a toda a população, mas dará prioridade a grupos que enfrentam mais dificuldades para acessar consultas e especialistas.

Entre os públicos prioritários estão:

  • Crianças em situação de vulnerabilidade;
  • Idosos com dificuldade de locomoção;
  • Pessoas de baixa renda;
  • Gestantes;
  • Pessoas com deficiência;
  • Moradores de regiões remotas e comunidades rurais.

Segundo a proposta, o acesso à saúde não deve depender do local onde o cidadão vive.

Inteligência artificial como apoio aos médicos

O projeto prevê o uso de inteligência artificial para auxiliar na triagem inicial dos pacientes. Antes da consulta, sistemas digitais poderiam coletar sintomas, identificar fatores de risco e organizar informações para facilitar o trabalho dos profissionais de saúde.

A IA seria usada para classificar riscos, priorizar casos mais graves, reduzir filas e melhorar o encaminhamento dos pacientes. O plano ressalta, porém, que a tecnologia não substituiria os médicos, mas funcionaria como ferramenta de apoio para tornar o atendimento mais eficiente.

Pontos públicos de acesso digital

Reconhecendo que parte da população não possui internet adequada ou equipamentos para consultas online, o programa propõe a criação de uma rede de pontos públicos de acesso digital assistido.

Esses espaços poderiam funcionar em unidades básicas de saúde, escolas, centros comunitários, comunidades rurais e regiões de difícil acesso. A ideia é garantir que pessoas sem estrutura tecnológica em casa também consigam utilizar a telemedicina.

Saúde mental integrada ao atendimento

Outro eixo do projeto é a inclusão de conteúdos de educação emocional durante a jornada do paciente. Enquanto aguardam atendimento, os usuários poderiam acessar orientações sobre ansiedade, estresse, exercícios de respiração, vídeos educativos e suporte psicológico inicial.

A proposta dialoga com uma das principais bandeiras de Augusto Cury, ligada à chamada Gestão da Emoção, defendendo que cuidar da mente também faz parte do cuidado integral com a saúde.

O plano afirma ainda que a telemedicina não substituirá o atendimento presencial. Casos que exigirem exame físico, procedimentos ou acompanhamento especializado continuariam sendo encaminhados para a rede de saúde tradicional. A expectativa é que consultas mais simples sejam resolvidas digitalmente, liberando espaço no sistema presencial para demandas mais complexas.

Com o Tele Saúde Brasil, Cury pretende reposicionar o SUS em uma nova era digital, combinando tecnologia, atendimento humanizado e integração nacional. A promessa é reduzir filas, otimizar recursos públicos e tornar o Brasil uma referência mundial em saúde digital pública.

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Zema promete “saúde digital”, parcerias com setor privado e redução de filas no SUS https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/14/zema-promete-saude-digital-parcerias-com-setor-privado-e-reducao-de-filas-no-sus/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/14/zema-promete-saude-digital-parcerias-com-setor-privado-e-reducao-de-filas-no-sus/#respond Mon, 14 Sep 2026 17:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2577 O plano de governo de Romeu Zema, do Novo, para a área da saúde aponta a má gestão, a falta de integração entre União, estados e municípios e o uso insuficiente de tecnologia como alguns dos principais gargalos do sistema público brasileiro. A proposta parte do diagnóstico de que três em cada quatro brasileiros dependem

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O plano de governo de Romeu Zema, do Novo, para a área da saúde aponta a má gestão, a falta de integração entre União, estados e municípios e o uso insuficiente de tecnologia como alguns dos principais gargalos do sistema público brasileiro. A proposta parte do diagnóstico de que três em cada quatro brasileiros dependem exclusivamente do SUS e enfrentam filas para consultas, exames e cirurgias.

Segundo o documento, o orçamento da saúde já supera R$ 230 bilhões por ano, mas parte dos recursos seria mal aplicada. A campanha defende uma reorganização do sistema com foco em prevenção, digitalização, integração de dados, ampliação da atenção primária e maior participação do setor privado para reduzir a espera por atendimento.

Saúde digital como prioridade

Um dos eixos centrais do plano é transformar a saúde brasileira em uma rede digital integrada. A proposta prevê ampliar a telemedicina, especialmente em regiões remotas e áreas com falta de especialistas, além de melhorar a conectividade das unidades públicas de saúde.

O plano também defende a criação de um registro nacional de saúde, reunindo o histórico clínico dos pacientes em um prontuário eletrônico unificado. A ideia é que o cidadão tenha controle sobre seus dados e autorize o acesso por profissionais e unidades de saúde, tanto da rede pública quanto privada.

Entre as principais medidas anunciadas estão:

  • expansão da telemedicina;
  • criação de prontuário eletrônico nacional;
  • integração de dados entre SUS e rede privada;
  • internet de qualidade em todas as unidades públicas de saúde;
  • uso de inteligência artificial para melhorar a gestão de filas e encaminhamentos.

Prevenção antes do tratamento

Outro ponto de destaque é o fortalecimento da atenção primária, especialmente por meio da Estratégia de Saúde da Família. O documento afirma que 72 milhões de brasileiros ainda não são alcançados por esse tipo de acompanhamento e que uma atuação mais preventiva poderia evitar milhões de internações por ano.

A proposta inclui ampliar a vacinação, garantir acompanhamento de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, e assegurar pré-natal completo para gestantes em todo o país. Também há menção a políticas específicas para saúde indígena, idosos, saúde mental e promoção de hábitos saudáveis.

O plano defende que prevenir doenças reduz custos futuros para o sistema público e melhora a qualidade de vida da população.

Filas, hospitais e atendimento humanizado

Para enfrentar a demora no atendimento, Zema propõe uma rede de saúde mais regionalizada, com melhor integração entre urgências, clínicas especializadas e hospitais de diferentes municípios. A gestão das filas poderia contar com ferramentas de inteligência artificial para direcionar pacientes ao serviço mais adequado.

O documento também prevê ampliar vagas de residência médica para formar especialistas em regiões carentes e fortalecer cuidados paliativos, garantindo atendimento humanizado a pacientes em fim de vida.

Mais participação do setor privado

Um dos pontos mais marcantes do plano é a defesa de parcerias com clínicas e hospitais privados para desafogar o SUS. A proposta inclui usar a capacidade ociosa da rede privada para realizar consultas, exames e cirurgias, com metas de atendimento e qualidade.

O plano também defende concessões, parcerias público-privadas e atuação de organizações sociais na construção e gestão de hospitais, UPAs e serviços especializados. Na área de inovação, a campanha propõe aproximar empresas, startups e universidades para desenvolver soluções em saúde e reduzir a dependência externa de insumos e equipamentos.

Há ainda uma proposta específica para ampliar o atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista, com credenciamento de clínicas e profissionais especializados financiados com recursos públicos.

Planos de saúde e judicialização

Na saúde suplementar, o plano de Zema propõe modernizar a regulação dos planos de saúde para ampliar opções aos consumidores. A ideia é permitir modelos com diferentes coberturas, segmentação de serviços e mecanismos de compartilhamento de custos.

O documento também defende reduzir o impacto da judicialização na saúde, com critérios técnicos mais claros para decisões judiciais e uso de protocolos clínicos obrigatórios. Para a campanha, isso aumentaria a segurança jurídica e reduziria interferências nas políticas públicas e na regulação do setor.

Em resumo, o programa de Zema para a saúde aposta em três frentes principais: tecnologia, prevenção e maior integração com o setor privado. A promessa é reduzir filas, melhorar a gestão dos recursos e fazer o atendimento chegar mais rápido ao cidadão.

 

Edição: Jornal Povo Promissor

(Confiança e credibilidade)

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Flávio Bolsonaro propõe prontuário único, IA no SUS e mais apoio a idosos, cuidadores e pessoas com deficiência https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/12/flavio-bolsonaro-propoe-prontuario-unico-ia-no-sus-e-mais-apoio-a-idosos-cuidadores-e-pessoas-com-deficiencia/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/12/flavio-bolsonaro-propoe-prontuario-unico-ia-no-sus-e-mais-apoio-a-idosos-cuidadores-e-pessoas-com-deficiencia/#respond Sat, 12 Sep 2026 17:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2576 O plano de governo de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, apresenta um conjunto de propostas para modernizar a saúde pública, reduzir filas, ampliar a prevenção e fortalecer políticas de cuidado a idosos, crianças, pessoas com deficiência e famílias que assumem responsabilidades diárias de assistência. A principal aposta é a digitalização do sistema

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O plano de governo de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, apresenta um conjunto de propostas para modernizar a saúde pública, reduzir filas, ampliar a prevenção e fortalecer políticas de cuidado a idosos, crianças, pessoas com deficiência e famílias que assumem responsabilidades diárias de assistência.

A principal aposta é a digitalização do sistema de saúde, com a implantação de um prontuário eletrônico único, vinculado ao CPF e integrado ao Gov.br. A proposta prevê que informações como consultas, exames, vacinas, prescrições e histórico médico fiquem disponíveis de forma segura para atendimento nas redes pública e privada, respeitando consentimento do paciente, sigilo médico e a Lei Geral de Proteção de Dados.

Prontuário único e saúde digital

Segundo o plano, a criação do prontuário eletrônico nacional busca evitar falhas causadas pela falta de comunicação entre unidades de saúde. A ideia é permitir que médicos tenham acesso rápido ao histórico do paciente, reduzindo repetição de exames, atrasos em diagnósticos e riscos em atendimentos de urgência, como alergias ou uso de medicamentos.

O documento também promete completar a digitalização do SUS e usar inteligência artificial para agilizar o agendamento de consultas e exames, direcionando pacientes para a primeira vaga disponível.

Entre as medidas previstas estão:

  • Prontuário eletrônico único vinculado ao CPF;
  • Integração com o Gov.br;
  • Histórico completo de consultas, exames, vacinas e receitas;
  • Uso de inteligência artificial para organizar filas e marcações;
  • Interoperabilidade entre redes pública e privada;
  • Respeito à LGPD, ao sigilo médico e à segurança dos dados.

Prevenção e redução das filas

Outra frente do plano é ampliar a atenção preventiva. A proposta defende que cuidar antes do agravamento das doenças é mais barato e mais eficiente do que tratar tardiamente.

O texto prevê a correção efetiva da tabela SUS, com remuneração mais adequada a hospitais, santas casas e clínicas, especialmente no interior. Também propõe ampliar a Estratégia Saúde da Família, criar um Programa de Atendimento aos Idosos e expandir o acesso a exames preventivos.

O plano ainda defende a contratação de serviços da rede privada em horários ociosos, com o objetivo de usar equipamentos parados para reduzir a espera por exames e procedimentos.

Telessaúde, remédios em casa e hospitais inteligentes

A proposta inclui o fortalecimento da telessaúde e do teleatendimento por aplicativo, especialmente para regiões distantes dos grandes centros. A ideia é permitir que médicos de locais com menor demanda atendam pacientes em áreas onde há filas maiores.

Também está prevista a entrega de medicamentos em domicílio para idosos, pessoas com deficiência e pacientes crônicos, evitando deslocamentos frequentes e custos com transporte.

O plano menciona ainda o fortalecimento da Rede Nacional de Hospitais Inteligentes, ligada à EBSERH, com foco na modernização dos hospitais universitários federais.

Apoio a quem cuida

O documento dedica parte das propostas às famílias que cuidam de crianças, idosos, pessoas com deficiência e pacientes com doenças crônicas ou raras. O plano afirma que esse cuidado recai, em grande parte, sobre mulheres e defende que o Estado deve dividir essa responsabilidade com as famílias.

Para isso, são citadas ações como ampliação de creches, voucher-creche, centros-dia, atendimento domiciliar e parcerias com estados, municípios e organizações sociais.

Para a população idosa, o plano propõe o programa Casa Segura para Envelhecer, com subsídios para adaptações de acessibilidade em residências de famílias de menor renda. Também prevê aplicativo de companhia com alertas de perigo e ampliação de instituições de longa permanência para idosos.

Inclusão, autismo e saúde mental

O plano também trata de políticas para pessoas com deficiência e doenças raras, com ações transversais em diferentes áreas do governo. Uma das propostas é implantar Centros de Referência em Transtorno do Espectro Autista.

Na área de saúde mental, o documento promete fortalecer o diagnóstico precoce e o atendimento a crianças com TDAH, além de ampliar o cuidado com casos de depressão, ansiedade, Alzheimer e outras doenças neurológicas.

A mensagem central do plano é que a saúde deve atuar antes da doença se agravar, usando tecnologia, prevenção e apoio às famílias para reduzir filas, melhorar diagnósticos e garantir atendimento mais próximo da população.

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Wilson Grassi propõe endurecer presídios federais, atacar finanças do crime e consultar população sobre modelo de El Salvador https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/08/wilson-grassi-propoe-endurecer-presidios-federais-atacar-financas-do-crime-e-consultar-populacao-sobre-modelo-de-el-salvador/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/08/wilson-grassi-propoe-endurecer-presidios-federais-atacar-financas-do-crime-e-consultar-populacao-sobre-modelo-de-el-salvador/#respond Tue, 08 Sep 2026 17:00:08 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2562 Candidato do Democrata à Presidência da República, o veterinário Wilson Grassi apresentou o eixo de segurança pública de seu Plano de Governo 2027–2030. A proposta aposta em cinco pilares: isolamento de lideranças criminosas, combate ao dinheiro das facções, controle de fronteiras, integração de dados e prevenção baseada em evidências.   Combate ao comando das facções

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Candidato do Democrata à Presidência da República, o veterinário Wilson Grassi apresentou o eixo de segurança pública de seu Plano de Governo 2027–2030. A proposta aposta em cinco pilares: isolamento de lideranças criminosas, combate ao dinheiro das facções, controle de fronteiras, integração de dados e prevenção baseada em evidências.

 

Combate ao comando das facções

O plano parte do diagnóstico de que o Brasil “gasta muito com segurança e prende muito”, mas falha em desmontar organizações criminosas. Para Grassi, prender criminosos de baixa hierarquia não resolve o problema se a liderança das facções continuar operando de dentro dos presídios.

A principal aposta é ampliar e endurecer o sistema penitenciário federal de segurança máxima, voltado exclusivamente a lideranças criminosas e presos de alta periculosidade. A proposta inclui bloqueio efetivo de celulares, rodízio nacional de detentos perigosos, regime disciplinar diferenciado com controle judicial e fortalecimento da carreira dos servidores penais federais.

Dinheiro do crime na mira

Outro ponto central do plano é deslocar o foco do confronto nas ruas para a inteligência financeira. Segundo o documento, “organização criminosa não morre de tiro, morre quando quebra”.

Entre as medidas previstas estão:

  • integração entre inteligência financeira, Receita Federal, Polícia Federal e Ministério Público;
  • reforço nas investigações sobre laranjas, empresas de fachada, postos de combustível, transportadoras, clínicas e casas de apostas;
  • uso mais intenso de bloqueio, sequestro e venda antecipada de bens;
  • cooperação internacional para rastrear recursos enviados ao exterior e operações com criptoativos.

Fronteiras, portos e armas

O plano também defende maior presença federal nas portas de entrada de armas e drogas. A proposta prevê vigilância eletrônica contínua em trechos críticos de fronteira, apoio logístico das Forças Armadas e escaneamento não invasivo de contêineres nos principais portos do país.

Na área de armas, Grassi propõe controle mais rigoroso da cadeia legal de armamentos e munições, com marcação e auditoria de estoques. O documento afirma que parte relevante das armas usadas em crimes teve origem legal.

Dados integrados e cobrança dos estados

O candidato afirma que o Brasil não precisa criar um novo sistema nacional de informações de segurança pública, pois o Sinesp já existe desde 2012. O problema, segundo o plano, é que o sistema é mal alimentado e pouco padronizado.

A proposta é aplicar, de fato, punições a estados que não enviarem informações no padrão e no prazo exigidos. Esses governos poderiam perder acesso a recursos federais discricionários. O plano também prevê um padrão nacional obrigatório de registro de ocorrências e auditoria anual independente da qualidade dos dados.

Uma novidade defendida por Grassi é integrar bases policiais a sistemas não policiais, como folha de pagamento pública, benefícios sociais, registro de empresas e identificação civil. A intenção é evitar situações em que uma pessoa procurada pela Justiça continue recebendo pagamentos ou benefícios do próprio Estado. O plano ressalta, porém, que esse cruzamento exigiria lei, auditoria e punição para acessos indevidos.

Maus-tratos a animais como alerta de violência

O eixo de prevenção traz uma proposta ligada à área de atuação profissional do candidato: a criação de um cadastro nacional de infratores por maus-tratos a animais. O plano cita estudos internacionais que apontam associação entre violência contra animais e violência contra pessoas, especialmente em casos de violência doméstica.

A medida seria implementada até o fim do primeiro ano de mandato e integrada às bases de segurança pública, servindo como fator de alerta na avaliação de risco. Também está prevista a criação de protocolos entre serviços de proteção animal, conselhos tutelares e delegacias especializadas.

Plebiscito sobre modelo de segurança máxima

Um dos pontos mais chamativos do plano é a proposta de consultar a população, por plebiscito, sobre a adoção de um modelo de confinamento de segurança máxima inspirado em El Salvador, voltado a líderes de facções e presos de altíssima periculosidade.

Grassi afirma que não pretende decidir o tema por decreto. O documento reconhece que a convocação de plebiscito depende do Congresso Nacional, por meio de decreto legislativo, e promete articular a proposta no primeiro ano de mandato.

O plano destaca que o Brasil poderia importar do modelo salvadorenho a engenharia prisional, o isolamento das lideranças, o bloqueio de comunicação e o controle rígido interno. Por outro lado, rejeita a adoção de um regime de exceção, prisões em massa ou suspensão de garantias individuais.

Prazos e metas

O plano estabelece alguns prazos para execução das medidas:

  • primeiro ano: criação do cadastro nacional de infratores por maus-tratos a animais;
  • primeiro ano: articulação do plebiscito sobre o modelo penitenciário de segurança máxima;
  • primeiro ano: regulamentação da PEC 18/2025, caso aprovada, e aplicação de regras para repasses federais;
  • 18 meses: integração entre bases de segurança e bases não policiais;
  • ao longo do mandato: expansão do sistema penitenciário federal de segurança máxima.

A avaliação dos resultados seria feita por indicadores como homicídios por 100 mil habitantes, apreensão de armas e ativos, percentual de carga portuária inspecionada, regularidade dos estados no envio de dados e andamento da consulta popular.

O eixo de segurança pública apresentado por Wilson Grassi combina endurecimento penitenciário, inteligência financeira e integração de dados. A proposta mais sensível politicamente é o plebiscito sobre um modelo inspirado em El Salvador, tema que promete gerar forte debate entre defensores de medidas mais duras contra facções e críticos preocupados com direitos individuais e riscos de abusos.

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Samara, da UP, propõe governo anti-imperialista e denuncia desigualdade no Brasil https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/07/samara-da-up-propoe-governo-anti-imperialista-e-denuncia-desigualdade-no-brasil/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/07/samara-da-up-propoe-governo-anti-imperialista-e-denuncia-desigualdade-no-brasil/#respond Mon, 07 Sep 2026 17:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2536 A candidata à Presidência da República pela Unidade Popular (UP), Samara Martins, apresenta em seu programa de governo uma linha política centrada na defesa da soberania nacional, na luta contra o imperialismo e na crítica à concentração de renda no Brasil e no mundo. O texto relaciona conflitos internacionais, disputas por recursos naturais e crises

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A candidata à Presidência da República pela Unidade Popular (UP), Samara Martins, apresenta em seu programa de governo uma linha política centrada na defesa da soberania nacional, na luta contra o imperialismo e na crítica à concentração de renda no Brasil e no mundo.

O texto relaciona conflitos internacionais, disputas por recursos naturais e crises humanitárias à atuação das grandes potências econômicas e militares. Segundo o programa, guerras, intervenções e sanções fazem parte de uma disputa global por mercados, petróleo, rotas comerciais e áreas de influência.

Crítica às guerras e às potências imperialistas

O programa cita dados de organismos internacionais para destacar o crescimento do número de pessoas deslocadas por guerras e perseguições. De acordo com a ACNUR, milhões de pessoas seguem vivendo fora de suas casas por causa de conflitos armados, com destaque para crises na Síria, Sudão, Ucrânia e Palestina.

A candidatura também critica duramente a atuação dos Estados Unidos e de Israel, acusando as potências de financiarem e promoverem guerras em nome de interesses econômicos e geopolíticos.

Entre os pontos destacados pelo documento estão:

  • Defesa da autodeterminação dos povos;
  • Rejeição a intervenções militares estrangeiras;
  • Crítica ao apoio dos Estados Unidos a Israel;
  • Solidariedade a povos como palestinos, venezuelanos, iemenitas, saharauis e iranianos;
  • Defesa da soberania brasileira diante de interesses estrangeiros.

“O povo brasileiro é anti-imperialista”, afirma Samara

No programa, Samara Martins critica adversários políticos que, segundo ela, disputam proximidade com o ex-presidente norte-americano Donald Trump e estariam dispostos a entregar riquezas nacionais, como terras raras, aos Estados Unidos.

A candidata afirma que o Brasil não deve se submeter a nenhuma potência estrangeira e defende um projeto nacional baseado na independência política e econômica.

“É vergonhoso ver outros candidatos à Presidência do Brasil disputarem quem é mais amigo do presidente fascista Donald Trump”, diz Samara no documento.

Brasil rico, povo pobre

O programa também aborda a contradição entre a riqueza do Brasil e as condições de vida da maioria da população. O texto lembra que o país está entre as maiores economias do mundo, possui vasto território, diversidade ambiental, grandes reservas minerais e petrolíferas, além de universidades, institutos de pesquisa e empresas estratégicas.

Apesar disso, a UP aponta que a riqueza permanece concentrada. Segundo o documento, o 1% mais rico ganha mais de 30 vezes o rendimento da metade mais pobre da população.

Desemprego, informalidade e salário insuficiente

A candidatura de Samara também chama atenção para a precarização do trabalho. O programa cita dados do IBGE que apontam milhões de brasileiros desempregados, sem carteira assinada ou vivendo na informalidade.

Outro ponto central é a crítica ao valor do salário mínimo. Com base em levantamento do DIEESE, o documento afirma que o salário necessário para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser muito superior ao valor atual.

Para a UP, ter alguma ocupação no capitalismo não significa ter estabilidade, direitos garantidos, salário digno ou proteção social.

Síntese do programa apresentado

No trecho analisado, o plano de governo de Samara Martins prioriza dois grandes eixos: a política externa anti-imperialista e a denúncia das desigualdades sociais no Brasil. A candidata defende que a soberania nacional deve estar ligada à melhoria das condições de vida da classe trabalhadora, com combate à exploração, à informalidade e à concentração de renda.

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Rui Costa Pimenta propõe estatizações, fim dos vestibulares e mudanças radicais na educação, saúde e segurança https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/05/rui-costa-pimenta-propoe-estatizacoes-fim-dos-vestibulares-e-mudancas-radicais-na-educacao-saude-e-seguranca/ https://jornalpovopromissor.com.br/2026/09/05/rui-costa-pimenta-propoe-estatizacoes-fim-dos-vestibulares-e-mudancas-radicais-na-educacao-saude-e-seguranca/#respond Sat, 05 Sep 2026 15:00:00 +0000 https://jornalpovopromissor.com.br/?p=2535 O plano de governo de Rui Costa Pimenta, do Partido da Causa Operária (PCO), apresenta propostas de forte intervenção do Estado em áreas como educação, saúde, segurança pública, comunicação, sistema financeiro e internet. O documento defende a ampliação dos serviços públicos gratuitos, a estatização de setores privados e a revogação de reformas consideradas prejudiciais pelo

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O plano de governo de Rui Costa Pimenta, do Partido da Causa Operária (PCO), apresenta propostas de forte intervenção do Estado em áreas como educação, saúde, segurança pública, comunicação, sistema financeiro e internet. O documento defende a ampliação dos serviços públicos gratuitos, a estatização de setores privados e a revogação de reformas consideradas prejudiciais pelo partido.

Educação pública como prioridade

Na área da educação, o programa afirma que é preciso “barrar a destruição” do ensino público e combater a influência do setor privado. Entre as principais propostas estão o aumento de verbas para escolas e universidades públicas, o fim dos vestibulares e o livre ingresso nas universidades.

O plano também defende a eleição direta para cargos de gestão nas escolas, o controle das instituições pela comunidade escolar e a estatização do ensino pago. Para os professores, a proposta prevê piso salarial nacional de pelo menos R$ 8,5 mil e jornada máxima de 30 horas semanais.

Entre os pontos defendidos para a educação estão:

  • Mais recursos para o ensino público;
  • Verbas públicas exclusivamente para instituições públicas;
  • Fim dos vestibulares;
  • Eleição direta de diretores e gestores;
  • Piso nacional de R$ 8,5 mil para professores;
  • Estatização do ensino privado;
  • Fim da proibição do uso de celulares nas escolas.

Saúde: fim do lucro e reforço do SUS

Na saúde, o PCO afirma que a privatização e o enfraquecimento do SUS aumentam o sofrimento da população. O programa propõe mais investimentos na saúde pública, sem limite de gastos quando o objetivo for salvar vidas.

O plano também prevê a construção emergencial de hospitais e postos de saúde em todo o país, a volta do programa Mais Médicos e a validação imediata de diplomas de médicos brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil. Outra medida defendida é a abertura de centenas de cursos na área da saúde em universidades públicas, com livre acesso.

Para os profissionais do setor, o partido propõe piso salarial de R$ 8 mil.

Segurança pública e liberdade de expressão

Um dos pontos mais duros do programa está na segurança pública. Rui Costa Pimenta defende a dissolução da Polícia Militar e de todo o aparato repressivo, além da criação de comitês de autodefesa para trabalhadores urbanos, rurais e comunidades indígenas.

O documento também critica o controle dos grandes meios de comunicação por poucas famílias e propõe o cancelamento da concessão da Rede Globo e de outros grandes veículos, com estatização das empresas sob controle dos trabalhadores.

Na área digital, o plano defende internet gratuita para toda a população e a quebra do monopólio das grandes empresas privadas de telecomunicações.

Bancos, juros e dívida pública

Na economia, o programa mira o sistema financeiro. O PCO afirma que os bancos concentram grande parte dos recursos arrecadados por impostos e responsabiliza a dívida pública pelo desvio de verbas que poderiam ser usadas em saúde, educação e moradia.

As propostas incluem a redução imediata dos juros, o fim da independência do Banco Central e a estatização do sistema financeiro, com a criação de um banco estatal único sob controle dos trabalhadores.

O plano também defende o cancelamento das dívidas interna e externa com bancos e grandes credores, além do fim dos impostos sobre consumo e salários, mantendo a cobrança apenas sobre grandes fortunas e ganhos de capitalistas.

Programa aposta em ruptura com o modelo atual

De maneira geral, o plano de Rui Costa Pimenta apresenta uma plataforma de ruptura com políticas atuais e com setores privados considerados estratégicos. As propostas têm como eixo central a ampliação do controle estatal e dos trabalhadores sobre educação, saúde, comunicação, bancos e segurança pública.

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